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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pianistas famosos




Um pianista é um músico que toca piano.
Um pianista profissional pode tocar peças a
solo, em conjunto com uma orquestra ou um conjunto musical, ou acompanhar um ou mais cantores ou instrumentistas a solo.
Um pianista
clássico normalmente inicia os seus estudos de piano em tenra idade, por vezes aos três anos. Muitos compositores clássicos famosos foram igualmente talentosos pianistas; por exemplo:

Johann Sebastian Bach (1685)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756)
Ludwig Van Beethoven (1770)
Carl Maria von Weber (1786)
Felix Mendelssohn (1809)
Frédéric Chopin (1810)
Robert Schumann (1810)
Franz Liszt (1811)
Charles-Valentin Alkan (1813)
Clara Schumann (1819)
Anton Rubinstein (1829)
Johannes Brahms (1833)
Isaac Albeniz (1860)
Ignacy Jan Paderewski (1860)
Claude Debussy (1862)
Ferruccio Busoni (1866)
Enrique Granados (1867)
Alexander Scriabin (1872)
Sergei Rachmaninoff (1873)
Manuel de Falla (1876)
Alfred Cortot (1877)
Bela Bartok (1881)
Arthur Rubinstein (1887)
Sergei Prokofiev (1891)
Guiomar Novaes (1894)
Wilhelm Kempff (1895)
Vladimir Horowitz (1903)
Claudio Arrau (1903)
Rudolf Serkin (1903)
Dmitri Shostakovich (1906)
Sviatoslav Richter (1915)
Emil Gilels (1916)
Arturo Benedetti Michelangeli (1920)
Alicia de Larrocha (1923)
Alfred Brendel (1931)
Glenn Gould (1932)
Van Cliburn (1934)
Vladimir Ashkenazy (1937)
Martha Argerich (1941)
Daniel Barenboim (1942)
Maria João Pires (1944)
Murray Perahia (1947)
A maioria dos pianistas especializam-se na música de certos compositores ou de certos períodos.
A maior parte das formas musicais da
cultura ocidental pode fazer uso do piano. Consequentemente, os pianistas têm ao seu dispor uma variedade de formas e estilos, incluindo o jazz, a música clássica e todos os géneros de música popular.

Origem do piano



O piano teve sua primeira referência publicada em 1711, no "Giornale dei Litterati d'Italia" por motivo de sua apresentação em Florença pelo seu inventor Bartolomeo Cristofori. A partir desse momento sucedem-se uma série de aperfeiçoamentos até chegar ao piano atual. A essência da nova invenção, residia na possibilidade de dar diferentes intensidade aos sons e por isso recebeu o nome de "piano-forte" (que vai do pianíssimo ao fortíssimo) e mais tarde, reduzido apenas para piano. Tais possiblidades de matizes sonoras acabou por orientar a preferência dos compositores face ao clavicembalo.
Os pianos modernos, embora não se diferenciem dos mais antigos no que se refere aos tons, trazem novos formatos estéticos e de materiais que compõem o
instrumento. Um piano [1] é um instrumento musical de corda percutida. Também é definido modernamente como instrumento de percussão porque o som é produzido quando os batentes, cobertos por um material macio e designados martelos, e sendo ativados através de um teclado, tocam nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou metal. As cordas vibram e produzem o som. Como instrumento de cordas percutidas por mecanismo ativado por um teclado, o piano é semelhante ao clavicórdio e ao cravo. Os três instrumentos diferem no entanto no mecanismo de produção de som. Num cravo as cordas são beliscadas. Num clavicórdio as cordas são batidas por martelos que permanecem em contacto com a corda. No piano o martelo ressalta de imediato após tocar nas cordas e deixa a corda vibrar livremente.
O piano é amplamente utilizado na música ocidental, no
jazz, para a performance solo e para acompanhamento. É também muito popular como um auxílio para compor. Embora não seja portátil e tenha um preço caro, o piano é um instrumento versátil, uma das características que o tornou um dos instrumentos musicais mais conhecidos pelo mundo.